Em uma semana de extrema volatilidade e nervosismo, nesta sexta-feira as bolsas de Nova York tentam se firmar no azul. E os dados de vendas no varejo nos Estados Unidos (EUA) em julho ajudam a melhorar o humor dos investidores. Às 11h10 (de Brasília), o índice Dow Jones subia 0,36%, o S&P 500 tinha ganho de 0,19% e o Nasdaq ganhava -0,16%. As vendas no varejo do país subiram 0,5% em julho ante junho, para 390,42 bilhões, ficando levemente abaixo da estimativa de 0,6%.
No Brasil, a BM&FBovespa seguia movimento contrário e recuava 1,1% no mesmo horário, puxada por quedas no valor das ações das empresas de construção civil. O papel da Gafisa retrocedia mais de 8% na abertura do pregão.
Na Europa, as bolsas iniciaram o dia em queda, mas reverteram o movimento. Às 11h10, os índice FTSE 100, da Bolsa de Londres, avançava 1,85%, o DAX 30, da Bolsa de Frankfurt, tinha alta 3%, e o CAC 40, de Pari, subia 2,95%.
Volatilidade - Esta semana foi uma verdadeira montanha russa em Wall Street, especialmente para o Dow Jones, que, pela primeira vez em 115 anos de história se moveu mais do que 400 pontos, para baixo ou para cima, por quatro sessões seguidas. Foi também a semana mais volátil desde o final de 2008.
Os investidores estarão atentos também ao encontro do presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, na próxima terça-feira, em Paris, para discutir uma reforma de governança na zona do euro, visando maior convergência fiscal e maior igualdade de competitividade.
Os papéis dos grandes bancos dos EUA , que apanharam ao longo do dia, subiam no início do dia: Citigroup com 2,77%; JPMorgan Chase em alta de 0,84%; Bank of America subindo 2,76%.
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