O Pentágono começou a preparar planos para ataques aéreos sobre a Líbia, enquanto se votava Conselho de Segurança, escreve The Wall Street Journal.
"Está em curso um planeamento rigoroso e detalhado", refere o jornal americano, citando uma fonte do Pentágono. "As opções em estudo vão muito além de uma simples demonstração de força", esclareceu a mesma fonte.
"Washington estava, todavia, relutante em iniciar operações militares que parecessem depender apenas da sua vontade", escreve o WSJ. Por isso, era importante o voto do Conselho de Segurança que autorizou o uso da força na crise líbia.
"A postura mais determinada adoptada pelos EUA nas últimas horas contrasta com a atitude do Presidente Obama e dos seus conselheiros para as questões de defesa nos primeiros dias da revolta líbia, quando pareciam relutantes em recorrer a uma acção militar", considera o jornal.
O avanço rápido das forças do ditador líbio sobre as posições rebeldes "significa que um curso de acção militar deve ser decidido muito rapidamente" e os EUA "possuem na região suficientes meios militares para o fazer". O diário americano alerta para um elemento que pode colocar em causa a iniciativa americana. "O processo de acção dos EUA e de seus aliados não pode ser empatado nem no Conselho de Segurança nem no Capitólio", onde os republicanos estão a exigir um debate prévio antes de qualquer acção.
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